A origem do carnaval é polêmica e muito remota. O modelo mais simples de carnaval, consta de danças e cânticos no Antigo Egito - IV milênio a.C., quando o homem começa a festejar resultados de colheitas na agricultura, com o intuito de espantar coisas ruins e saudar as boas.
Na Grécia e em Roma, entre o séc. VII a.C. e VI d.C. a sociedade organiza-se hierarquicamente, separados por classes. Acentuam-se as libertinagens e licenciosidades, provocadas pela necessidade de uma válvula de escape.
O carnaval foi oficializado pela igreja católica em 590 d.C. e adquire características básicas na renascença e termina no séc. XVIII, quando um novo modelo, começa a se delinear.
Em Nice, Roma e Veneza, o carnaval era idêntico ao de hoje, com mascarados, fantasiados e desfiles de carros alegóricos.
O povo utilizava ritos e festejos cômicos, (exibindo anões, monstros, animais, sábios, bufões e bobos), num ambiente festivo, um espetáculo, de descontração e alegria.
Em 325 d.C. a igreja cria a primeira Assembléia de Bispos, onde se colocam em discussão, entre outras questões, as festas populares.
Em 590 d.C., o Papa Gregório I - o grande, marca, em definitivo, a data do Carnaval no calendário Eclesiástico.
O Carnaval vai se tomando de maior vulto, sobretudo, na área mediterrânea da Europa - na Itália (Roma e Veneza), França (Paris e Nice) e Alemanha (Nuremberg e Colônia).
Em 1545, no Concílio de Trento, o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular importante, não devendo ser hostilizada pelo Clero.
Em 1582, o papa Gregório XIII, ao promover a reforma do Calendário, estabeleceu em definitivo, as datas do Carnaval.
Incorporado ao espírito brasileiro, o Carnaval é a festa popular mais importante do país, com características regionais diferentes e bem definidas. Temos Carnaval para todos o gostos! |